sábado, 2 de dezembro de 2017

Visita técnica ao Hangar da AEROMECÂNICA






No dia 27/11/2017 os alunos do Curso de Ciências Aeronáuticas tiveram a oportunidade de conhecer o  Hangar da AEROMECÂNICA acompanhados pelo Cmte Prof. Victor.  A AEROMECÂNICA é uma empresa que atua no mercado nacional na manutenção de aeronaves, sendo um centro autorizado da EMBRAER e da CIRRUS AIRCRAFT. 
Na ocasião, um dos líderes da equipe de profissionais capacitados do quadro de funcionários da AEROMECÂNICA, Sr. Antonio transmitiu algumas especificações técnicas sobre o PHENOM 100, PHENOM 300 e o KING AIR B200. Os alunos mais uma vez foram agraciados por pessoas de boa vontade que se dispõem à colaborar na construção de suas formações. 
 







sábado, 18 de novembro de 2017

O Grupamento Tático Aéreo-GTA recebe os alunos de Ciências Aeronáuticas da UNINASSAU


                                           GRUPAMENTO TÁTICO AÉREO - GTA/PE






Dentro da programação de visitas técnicas realizadas durante o curso de Ciências Aeronáuticas, no dia 28/10/2017, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer as instalações do Grupamento Tático Aéreo -GTA da Secretaria de Defesa Social-SDS em Pernambuco, graças ao apoio do Ten Cel Allyson Joseph Rodrigues Bandeira, Comandante do GTA.
Os alunos foram acompanhados pelos Cmte Cap Siqueira, Cmte Paulo e Cmte Figueiredo nas instalações do hangar do GTA, onde participaram de palestras sobre as atividades desenvolvidas no GTA e conheceram os Falcões, como são chamados os helicópteros, modelo Esquilo do GTA.
Nossos agradecimentos ao Cmte do GTA e aos comandantes que compartilharam seu tempo e seus conhecimentos durante a visita técnica contribuindo de forma brilhante para a formação dos alunos de Ciências Aeronáuticas.








 


 


 








Guia de Investigação da Fadiga Humana em ocorrências aeronáuticas.

Repassando uma matéria interessante que li no  PREVINEWS sobre um guia de investigação elaborado pela Comissão Nacional da Fadiga Humana-CNFH junto com várias entidades envolvidas com a atividade aérea no Brasil.

A detecção da fadiga como fator contribuinte às ocorrências aeronáuticas tem sido um desafio para as investigações do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER). As dificuldades ocorrem, na maioria das vezes, devido à complexidade dos fatores envolvidos na determinação desse fenômeno.
Para auxiliar no tratamento dessas questões, a Comissão Nacional da Fadiga Humana (CNFH), desde 2013, vem desenvolvendo trabalhos e pesquisas voltados ao aprimoramento das técnicas investigativas da fadiga. As ações desenvolvidas no âmbito da CNFH têm por objetivo agregar conhecimento às discussões sobre a temática e promover melhores práticas de gerenciamento e investigação da fadiga no contexto aeronáutico.
A CNFH é uma comissão temporária do Comitê Nacional de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CNPAA), órgão independente que congrega a comunidade aeronáutica duas vezes ao ano. As plenárias são sediadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), em Brasília/DF.
O Comitê tem por finalidade reunir representantes de entidades nacionais envolvidas, direta ou indiretamente, com a atividade aérea. Visa estabelecer a discussão, em âmbito nacional, de soluções para problemas ligados à segurança de voo.
Em 2014, durante a 62° Plenária do CNPAA, foi aprovada a metodologia de investigação da fadiga humana em ocorrências aeronáuticas, proposta pela CNFH. Essa metodologia foi embasada em conhecimentos técnicos e científicos sobre a fadiga, além dos processos investigativos empregados nacional e internacionalmente.
Estimular o emprego dessa metodologia na investigação de ocorrências aeronáuticas conduzidas pelo Estado brasileiro, bem como prover recursos auxiliares aos investigadores que atuam com essa realidade, motivaram a elaboração do “Guia de Investigação da Fadiga Humana em ocorrências aeronáuticas”.
Inédito no contexto da aviação brasileira, é a primeira vez que o país conta com uma publicação voltada exclusivamente à investigação da fadiga. Esse material está disponível a todos os profissionais que atuam com investigação e prevenção de acidentes aéreos. O aporte teórico apresentado como base da metodologia provê conhecimentos que poderão ser utilizados tanto no âmbito do gerenciamento dos riscos da fadiga quanto na respectiva investigação.
O Guia resulta do empenho coletivo de profissionais comprometidos com a segurança de voo. Representantes de várias organizações do setor aéreo brasileiro colaboraram com a elaboração desse material, o que favoreceu o intercâmbio de ideias e conhecimentos entre o contexto acadêmico e científico e a realidade dos profissionais da aviação.
Fonte: PREVINEWS SERIPA 2

domingo, 29 de outubro de 2017

Visita dos alunos do Curso de Ciências Aeronáuticas ao Hangar da Divisão de Operações Aéreas da PRF

No dia 16/09/2017, os alunos do Curso de Ciências Aeronáuticas da UNINASSAU tiveram a oportunidade de fazer uma visita técnica ao Hangar da Divisão de Operações Aéreas da notável Polícia Rodoviária Federal, graças ao apoio do Superintendente da PRF em Pernambuco, o Sr. Valcir Correia Ortins, onde os alunos foram recebidos pelo Chefe do Hangar da DOA/PRF, o Cmte Adoniram e pelo Cmte Sheick.
Na ocasião, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer as instalações da DOA, onde foram orientados sobre os procedimentos de segurança para abastecer a aeronave BELL 407 com o carro-tanque, participaram de uma palestra sobre as atividades da Divisão de Operações Aéreas e tiveram a oportunidade de conhecer o equipamento utilizado na base em Pernambuco, o helicóptero BELL 407, onde vivenciaram o aprendizado em sala de aula.
Em nome de todos que fazem a Educação no Brasil e em nome de todos alunos, muito obrigado a esta valorosa Instituição Polícia Rodoviária Federal por colaborar com a formação do futuro do Brasil. 








sexta-feira, 15 de setembro de 2017

QUANTO CUSTA PARA RESTAURAR UM AERO BOERO? CLUBE AERO BOERO

Matéria muito interessante que li no site CLUBE AERO BOERO que estou repassando em virtude do levantamento feito do patrimônio aeronáutico pelo pessoal do Clube Aero Boero onde demonstra que se houver interesse do Governo a situação dos aviões de instrução pode ser mudada. Meus parabéns ao CLUBE AERO BOERO.

QUANTO CUSTA PARA RESTAURAR UM AERO BOERO?


Recentemente, fiquei surpreso com o valor de mercado de uma aeronave Aero Boero na Argentina.
Um AB-115, fabricado nos anos 1980, custa 60 mil dólares (quase R$ 200 mil) no país vizinho. Você pode conferir algumas aeronaves Aero Boero à venda clicando aqui.
Como apresentado aqui no Clube AB em artigos anteriores, quase 250 aviões Aero Boero, de propriedade do povo brasileiro, estão parados no Brasil.
Muitas aeronaves já não existem mais devido à acidentes ou outras razões. No entanto, mais de uma centena de aviões seguem encostados no fundo de hangares do todo o Brasil, esperando que alguém tenha condições (e vontade) de voar neste monomotor convencional.
Diante de tantas aeronaves precisando de reparo, o Clube AB orçou os custos para a restauração de um Aero Boero. Ajudou-nos neste trabalho Bruno Carvalho, gerente da EJ Manutenção de Aeronaves, localizada em Itápolis – SP.
Segundo a oficina da EJ, o valor para a restauração de um Aero Boero vai variar com o estado de cada avião, contudo, é possível estimar que o reparo de um AB-115 fique em torno dos R$ 120 mil.
No entanto, diante das dificuldades econômicas do país, cada vez mais aviões Aero Boero ficam sem condições de voar em todo o Brasil.
Pois, nem todos os Aeroclubes contam com R$ 100 mil para o restauro dos AB. Também, com frequência, algumas instituições preferem utilizar recursos para manter outros aviões da frota, como o C-152 ao invés de aeronaves convencionais como o Boero.
Entretanto, com criatividade, talvez seja possível captar recursos para colocar alguns equipamentos novamente no ar.
Uma ideia para o aproveitamento de algumas destas aeronaves históricas, de propriedade do governo federal, seria a restauração desses aviões para execução de projetos culturais.
A frota de aviões do povo brasileiro que está parada é composta por aeronaves Piper Cub, CAP-4 e AB-115, entre outros. Quase todos os pilotos brasileiros, especialmente aqueles que já passaram um pouco dos 30 anos, aprenderam a voar em um desses três aviões.
São aeronaves que fizeram parte da história da instrução aeronáutica do Brasil. As experiências que tivemos nestes aviões compõem o patrimônio imaterial da aviação brasileira.
Logo, é possível que a tentativa de manter viva a memória destes treinadores seja passível de apoio de alguns mecanismos de financiamento para projetos culturais.
Nos Estados Unidos, por exemplo, existe um grande número de associações de pilotos e entusiastas que se dedicam a conservar os chamados “museus vivos” ou as instituições que promovem a “história viva”.
São museus onde as aeronaves históricas não estão em exposição estática, e assim, voam em espetáculos para registrar a história da aviação para o público em geral, para ensinar ciência para jovens, ou para despertar vocações em crianças, entre outros objetivos.
Entre outras instituições a “Força Aérea Comemorativa” é um grupo organizado de amantes de aviação que atua em exposições de “história viva” em diversas regiões dos Estados Unidos (conheça a instituição neste link).
Ferramentas para adaptar alguns dos trabalhos da “Força Aérea Comemorativa” à realidade brasileira talvez existam.
O Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), do Ministério da Cultura, pode ser um instrumento para buscar financiamento para atividades culturais que ajudem a colocar nossas aeronaves novamente em condições de voo.
O programa funciona da seguinte forma: Pessoas Físicas ou Jurídicas apresentam um projeto cultural para o Ministério da Cultura. Se aprovado, o projeto pode captar até 4% do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas e 6% das Pessoas Físicas para financiar a atividade cultural.
Ou seja, em tese, seria possível utilizar parte do dinheiro dos impostos para financiar atividades culturais que poderiam ser importantes para salvaguardar o patrimônio material e imaterial da aviação brasileira.
Saiba mais sobre o PRONAC neste link.
Neste momento, o Clube Aero Boero aguarda aprovação de um projeto do PRONAC para captar recursos que possibilitem dar continuidade à Expedição Aeroclubes do Brasil em 2017, bem como, produzir um livro que registra as aventuras desta Expedição.
Quando aprovado, Pessoas Físicas e Jurídicas poderão optar por alocar parte do Imposto de Renda no projeto. Em outras palavras, indivíduos e empresas podem financiar a Expedição Aeroclubes sem gastar nada além do que já pagariam em impostos.
Com criatividade, será que o PRONAC pode ser utilizado para financiar outras atividades culturais que resultem no envolvimento de mais pessoas com os Aeroclubes do Brasil?
Fica aqui o desafio.
Autor 

VIII SEMINÁRIO REGIONAL DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS - RECIFE-PE







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